Toda de-cisão tem que ter um começo. Sem começo não de-cisão, e sem decisão não há começo de nada.
Saber disso muda a vida, seja no âmbito mais simples ou no mais complexo.
De-cisão não é apenas boa intenção. Boa intenção é a sepultura dos covardes que não fazem nada além de falar, falar, falar...
É completamente triste e devastador quando você encontra pessoas viciadas em “boas intenções”; e que em geral são pessoas incapacitadas de realizar o que “formulam”, justamente porque sua “bem intencionada conversa” é apenas uma máscara que esconde a incapacidade dela (o pensar, o falar, o propor) realmente se tomar uma de-cisão.
Sem decisão toda boa intenção já está morta!
Toda decisão carrega, para quem a pratica, a possibilidade do pecado. Pois quem sabe se a boa intenção é mesmo boa?
A questão é que a decisão precisa ser boa, e nenhum de nós sabe além de sua própria intenção.
Por isto, se somos chamados para boas obras, também o somos para que as façamos com alegria, apesar de não sabermos se no fim elas todas serão realizadoras do bem.
Ora, isto tudo parece nos colocar num “chão” de total paradoxo; visto que sou chamado a fazer com boa intenção todas as coisas, ao mesmo tempo em que não sei se o que eu chamo de “bom” é de fato o que Deus chama de Bem.
E ainda sou chamado a fazer todas as coisas com alegria e gratidão...
Portanto, para o ser que se decide, tal ato implica numa entrega, pois, de fato, não se sabe nada sobre aquilo acerca do que se decide. Sim, nunca!
Dessa forma, vindo a ser para o bem, ou para o mal, a decisão precisa ser em fé e boa consciência; posto que somente o tempo revelará se foi boa ou má a obra que fiz.
Assim, meu chamado é para a obediência em razão de que toda de-cisão deve gerar alguma “partida”; alguma cisão.
Cordões umbilicais se partem...
Não nasce um homem sem de-cisão!
A obediência sempre será por muitos outros olhos vista como desobediência, visto que num mundo caído o que é bom para uns nem sempre é bom para todos; na maioria das vezes a minha benção é vista como algo péssimo para algum outro ser humano, no mínimo.
O que nos salva da loucura é a ignorância!
Esta é minha melhor lucidez!
Isto porque se soubéssemos quais são os desdobramentos de todas as nossas ações e decisões, provavelmente não suportássemos.
E a pura ironia talvez fosse ver que nossas boas intenções nem sempre geraram o bem; e algumas de nossas obras más nem sempre realizaram o mal.
“Ri-se deles o Senhor...”
Eu, porém, carrego toda a culpa pela primeira; e não tenho mérito pela segunda. Assim, conclui-se que o coração do homem faz planos, mas a resposta certa vem da boca do Senhor.
Daí Paulo dizer que tudo o que não provém de fé é pecado. Pois o que nos salva da moralidade judiciosa e enlouquecedora das decisões é a fé que age com boa consciência diante de Deus.
Do contrário...sem fé...todo ato de obediência se tornaria loucura. Cada um, porém, tem que decidir conforme sua própria consciência, mesmo que isto seja “desobediência” para quem observa.
Esta será sempre a sua sanidade!
O covarde que não entrará no Reino dos Céus é todo aquele que teme decidir pelo bem revelado, pois achou mais segurança no mal como estabilidade.
Caio
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terça-feira, 31 de março de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
CHEGA DE PAPO FURADO. VAMOS ORAR?
Somos informados pela Palavra que nada temos porque não pedimos, e que, quando pedimos, não obtemos, pois, pedimos mal, apenas para esbanjar nos prazeres e nas ilusões de aquisição, poder e conquista.
Por outro lado somos estimulados a pedir bem, segundo a vontade de Deus, que é amor, pois, assim sendo, sabemos que já obtivemos o que Lhe temos pedido.
Jesus mandou que pedíssemos com amor e fé, em Seu nome, pois, Ele mesmo é a Resposta a todas as nossas orações.
E mais: Ele disse que quando pedíssemos veríamos tanto amor de Deus sendo derramando que nossa alegria espiritual seria completa.
Além disso, foi Jesus também quem disse que ao orarmos devemos crer de antemão que já fomos ouvidos.
Já vi muitas vezes na vida o que uma intensa dedicação à oração concentrada em fé e amor pode realizar.
Vi acontecendo com outros e também comigo!
Na realidade vejo que peço pouco, pois, de algum modo, é como se eu mesmo soubesse que Ele sabe, e, assim, pelo excesso de certeza acerca Dele, não peço como foi ordenado que eu fizesse. Porém, quando faço, minha alegria é sempre completa, pois, muitas vezes, vejo na hora as coisas acontecerem. Outras vezes, no entanto, demora um pouco, e, em tais casos mais demorados, nem sempre a resposta vem como solicitada, pois, de fato, sempre vem melhor.
Eu, todavia, creio que se alguém se dedica a pedir aquilo ao que Jesus diz “amém”, não há como não vir a acontecer.
Jesus enfatizou a oração mais do que qualquer outro tema.
Sim! Jesus manda orar; orar mesmo; orar sem cessar; orar para não entrar em tentação; orar para amar o inimigo; orar pela vinda do reino; orar pelos doentes e encarcerados; orar pelos aflitos do mundo; orar por reis e governantes; orar pedindo que a grande tribulação não seja longa demais; orar pedindo que nossas fugas não sejam no inverno da vida; orar pela subversão dos poderes do mundo; orar sabendo que nenhuma autoridade manda em nada; orar crendo que para Deus tudo é possível.
Sobretudo, Jesus mandou orar com amizade por Deus, com solidariedade pelas causas do céu na terra!
Oração, todavia, hoje em dia, é, na melhor das hipóteses, uma macumba, um exercício de poder, um acesso alternativo aos “bens deste mundo”; ou, ainda, apenas um falar autoritário enquanto se marcha no chão do templo pedindo sucesso, carro, casa, emprego, ou soluções para problemas afetivos com o marido, o amante ou a eliminação dos inimigos.
Foi interrompido por alguns minutos!...
Mamãe ligou pra mim... Minha tia Elvira, a mais velha da casa de meu pai, acabou de partir para encontrar com Jesus, com meu avô, com meu pai, com meu irmão Luiz, com meu filho Lukas, e com todos os meus tios e tias que já foram, e, também, foi e já está na presença do Rei da Glória.
Louvado seja Deus pela partida de minha tia santinha e amada!
Aqui de onde estou — sem poder correr até Manaus para sepultá-la e consolar meu primo João Fábio, único filho dela — oro por todos e também pelo meu primo João; e peço ao Espírito Santo que se derrame sobre ele e sobre todos agora.
O Anjo do Senhor está acampado!
Por que você não firma o propósito de orar sempre neste ano que agora começa?
Sim! Falar menos, ouvir mais, opinar menos, julgar nada, e, em compensação, orar tudo o que antes seria objeto de seus discursos e tentativas de intervenção pessoal!
Fale com Deus. Com os homens adianta muito pouco!
Com oração, Nele, que é o meu Amém,
Caio
4 de janeiro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
Por outro lado somos estimulados a pedir bem, segundo a vontade de Deus, que é amor, pois, assim sendo, sabemos que já obtivemos o que Lhe temos pedido.
Jesus mandou que pedíssemos com amor e fé, em Seu nome, pois, Ele mesmo é a Resposta a todas as nossas orações.
E mais: Ele disse que quando pedíssemos veríamos tanto amor de Deus sendo derramando que nossa alegria espiritual seria completa.
Além disso, foi Jesus também quem disse que ao orarmos devemos crer de antemão que já fomos ouvidos.
Já vi muitas vezes na vida o que uma intensa dedicação à oração concentrada em fé e amor pode realizar.
Vi acontecendo com outros e também comigo!
Na realidade vejo que peço pouco, pois, de algum modo, é como se eu mesmo soubesse que Ele sabe, e, assim, pelo excesso de certeza acerca Dele, não peço como foi ordenado que eu fizesse. Porém, quando faço, minha alegria é sempre completa, pois, muitas vezes, vejo na hora as coisas acontecerem. Outras vezes, no entanto, demora um pouco, e, em tais casos mais demorados, nem sempre a resposta vem como solicitada, pois, de fato, sempre vem melhor.
Eu, todavia, creio que se alguém se dedica a pedir aquilo ao que Jesus diz “amém”, não há como não vir a acontecer.
Jesus enfatizou a oração mais do que qualquer outro tema.
Sim! Jesus manda orar; orar mesmo; orar sem cessar; orar para não entrar em tentação; orar para amar o inimigo; orar pela vinda do reino; orar pelos doentes e encarcerados; orar pelos aflitos do mundo; orar por reis e governantes; orar pedindo que a grande tribulação não seja longa demais; orar pedindo que nossas fugas não sejam no inverno da vida; orar pela subversão dos poderes do mundo; orar sabendo que nenhuma autoridade manda em nada; orar crendo que para Deus tudo é possível.
Sobretudo, Jesus mandou orar com amizade por Deus, com solidariedade pelas causas do céu na terra!
Oração, todavia, hoje em dia, é, na melhor das hipóteses, uma macumba, um exercício de poder, um acesso alternativo aos “bens deste mundo”; ou, ainda, apenas um falar autoritário enquanto se marcha no chão do templo pedindo sucesso, carro, casa, emprego, ou soluções para problemas afetivos com o marido, o amante ou a eliminação dos inimigos.
Foi interrompido por alguns minutos!...
Mamãe ligou pra mim... Minha tia Elvira, a mais velha da casa de meu pai, acabou de partir para encontrar com Jesus, com meu avô, com meu pai, com meu irmão Luiz, com meu filho Lukas, e com todos os meus tios e tias que já foram, e, também, foi e já está na presença do Rei da Glória.
Louvado seja Deus pela partida de minha tia santinha e amada!
Aqui de onde estou — sem poder correr até Manaus para sepultá-la e consolar meu primo João Fábio, único filho dela — oro por todos e também pelo meu primo João; e peço ao Espírito Santo que se derrame sobre ele e sobre todos agora.
O Anjo do Senhor está acampado!
Por que você não firma o propósito de orar sempre neste ano que agora começa?
Sim! Falar menos, ouvir mais, opinar menos, julgar nada, e, em compensação, orar tudo o que antes seria objeto de seus discursos e tentativas de intervenção pessoal!
Fale com Deus. Com os homens adianta muito pouco!
Com oração, Nele, que é o meu Amém,
Caio
4 de janeiro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
DEZ PRINCÍPIOS PARA SER BEM-SUCEDIDO
01 - Creia que sua vida cumpre um propósito divino na terra. Você é influenciado pelos genes que herdou de seus pais e é bastante "circunstancializado" pelo meio no qual vive. Entretanto, mais forte que as determinações genéticas e os condicionamentos do meio social, é o seu chamado para ser. Você foi criado como um sacerdote neste universo de Deus. Por isso, você existe e sabe que existe. Encha sua consciência com esse significado. Quando você assumir sua vocação para ser, as outras pessoas vão "encontrar" você.
02 - Creia que seu dia ganha força e energia espiritual quando você ora. Portanto, ore sempre. Mesmo nos seus afazeres. Sempre que uma notícia ou informação lhe chegar, entregue-a a Deus. Ofereça a Deus os potenciais e as possibilidades que cada fato, percepção ou impressão lhe trazem ao coração. Além disso, pare um pouco todos os dias, ainda que seja só um pouco, e ore. Dê graças por tudo e abrace o Senhor no seu coração. Quando orar, peça coisas específicas, mas não se esqueça de sempre terminar de modo submisso e geral, dizendo: "Seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos céu". Afinal, você não sabe se o que quer é o melhor. Mas o Senhor sabe!
03 - Creia que a maior inteligência que Deus lhe deu não é a intelectual nem a emocional, mas, sim, a inteligência. "O coração tem razão que a própria razão desconhece." Usar a cabeça (inteligência intelectual) e saber se relacionar com o próximo e as circunstâncias (inteligência emocional) é fundamental. Mas não é essencial. O essencial habita os mistérios do espírito, no mundo do coração. Portanto, dê atenção aos seus sonhos noturnos e aos seus sentimentos perceptivos. Quando você tiver uma "impressão", não a despreze de cara. Medite. Ore. Discirna. A resposta pode estar no passado. Mas, às vezes, trata-se de uma intuição profética. Pode ser um alerta sobre o futuro. Nesse caso, ore, corrija a rota, e prossiga.
04 - Creia que quando alguém ama a Deus, ao próximo e respeita a vida, então tudo ganha sincronismo e conectividade. Isso é apenas um outra forma de dizer que "todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus". O amor a Deus traz sentido para a sua vida. O amor de Deus transforma o cenário mais absurdo numa conspiração do bem.
05 - Creia que a leitura bíblica feita com os olhos do coração ilumina a alma e os caminhos da Terra. Ler a Bíblia é importante. Mas lê-la com os olhos da alma é essencial. Quem lê com o intelecto enxerga textos e os compreende. Quem lê com o coração discerne "caminhos sobremodo excelentes". Faça da leitura bíblica não apenas um meio de fortalecimento espiritual. Leia-a como caminho de descoberta e de insights para a sua visão do mundo, de si mesmo e de Deus.
06 - Creia que uma atitude mental positiva tanto é resultado de uma espiritualidade sadia como também pavimenta o caminho de todo ser humano bem-sucedido. Eu costumo dizer que mesmo ateus-positivos se dão melhor na vida que ateus-negativos. O mesmo princípio se aplica a cristãos.
07 - Creia que generosidade e dadivosidade são forças espirituais poderosas e que atraem para quem as pratica as melhores oportunidades e possibilidades da vida. Por isso é tão importante dar dízimos e ofertas. Escolha causas, projetos e pessoas nos quais você acredita e dê no mínimo 10% dos seus ganhos para essas iniciativas. De fato, fazendo assim, você está abrindo portas invisíveis para você mesmo. E lembre-se: faça isso com entusiasmo e alegria.
08 - Creia que o que diferencia o fazer do não-fazer é apenas uma decisão seguida de gesto simples. Assim sendo, nunca adie o início de qualquer coisa na qual você acredita se a oportunidade se apresentar e seu coração responder com paz e fé. O gesto necessário, tanto para se levantar de cama quanto para levantar a cama, é um só: colocar-se de pé. Daí Jesus dizer "Levanta-te, toma teu leito e anda".
09 - Creia que a melhor composição de imagem exterior e de virtude interior para um cristão é aquela que combina a "simplicidade dos pombos" (imagem exterior) com a "prudência das serpentes" (virtude interior). Sendo assim, seja astuto por dentro e simples por fora. Sempre dá certo e protege a vida.
10 - Creia que a maior bênção de possuir uma conciência é poder usá-la para auto-examinar-se todos os dias. Quem se auto-examina resiste melhor às criticas, pois se utiliza delas para diminuir seus próprios equívocos, e se mostra imune a eles quando a consciência o convence de estar fazendo aquilo que é certo. Auto-exame é o que faz a diferença entre aqueles que vivem para preservar sua imagem e a reputação daqueles que vivem para o que é verdadeiro e real.
Caio
Copacabana
Escrito em 22/03/2003
02 - Creia que seu dia ganha força e energia espiritual quando você ora. Portanto, ore sempre. Mesmo nos seus afazeres. Sempre que uma notícia ou informação lhe chegar, entregue-a a Deus. Ofereça a Deus os potenciais e as possibilidades que cada fato, percepção ou impressão lhe trazem ao coração. Além disso, pare um pouco todos os dias, ainda que seja só um pouco, e ore. Dê graças por tudo e abrace o Senhor no seu coração. Quando orar, peça coisas específicas, mas não se esqueça de sempre terminar de modo submisso e geral, dizendo: "Seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos céu". Afinal, você não sabe se o que quer é o melhor. Mas o Senhor sabe!
03 - Creia que a maior inteligência que Deus lhe deu não é a intelectual nem a emocional, mas, sim, a inteligência. "O coração tem razão que a própria razão desconhece." Usar a cabeça (inteligência intelectual) e saber se relacionar com o próximo e as circunstâncias (inteligência emocional) é fundamental. Mas não é essencial. O essencial habita os mistérios do espírito, no mundo do coração. Portanto, dê atenção aos seus sonhos noturnos e aos seus sentimentos perceptivos. Quando você tiver uma "impressão", não a despreze de cara. Medite. Ore. Discirna. A resposta pode estar no passado. Mas, às vezes, trata-se de uma intuição profética. Pode ser um alerta sobre o futuro. Nesse caso, ore, corrija a rota, e prossiga.
04 - Creia que quando alguém ama a Deus, ao próximo e respeita a vida, então tudo ganha sincronismo e conectividade. Isso é apenas um outra forma de dizer que "todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus". O amor a Deus traz sentido para a sua vida. O amor de Deus transforma o cenário mais absurdo numa conspiração do bem.
05 - Creia que a leitura bíblica feita com os olhos do coração ilumina a alma e os caminhos da Terra. Ler a Bíblia é importante. Mas lê-la com os olhos da alma é essencial. Quem lê com o intelecto enxerga textos e os compreende. Quem lê com o coração discerne "caminhos sobremodo excelentes". Faça da leitura bíblica não apenas um meio de fortalecimento espiritual. Leia-a como caminho de descoberta e de insights para a sua visão do mundo, de si mesmo e de Deus.
06 - Creia que uma atitude mental positiva tanto é resultado de uma espiritualidade sadia como também pavimenta o caminho de todo ser humano bem-sucedido. Eu costumo dizer que mesmo ateus-positivos se dão melhor na vida que ateus-negativos. O mesmo princípio se aplica a cristãos.
07 - Creia que generosidade e dadivosidade são forças espirituais poderosas e que atraem para quem as pratica as melhores oportunidades e possibilidades da vida. Por isso é tão importante dar dízimos e ofertas. Escolha causas, projetos e pessoas nos quais você acredita e dê no mínimo 10% dos seus ganhos para essas iniciativas. De fato, fazendo assim, você está abrindo portas invisíveis para você mesmo. E lembre-se: faça isso com entusiasmo e alegria.
08 - Creia que o que diferencia o fazer do não-fazer é apenas uma decisão seguida de gesto simples. Assim sendo, nunca adie o início de qualquer coisa na qual você acredita se a oportunidade se apresentar e seu coração responder com paz e fé. O gesto necessário, tanto para se levantar de cama quanto para levantar a cama, é um só: colocar-se de pé. Daí Jesus dizer "Levanta-te, toma teu leito e anda".
09 - Creia que a melhor composição de imagem exterior e de virtude interior para um cristão é aquela que combina a "simplicidade dos pombos" (imagem exterior) com a "prudência das serpentes" (virtude interior). Sendo assim, seja astuto por dentro e simples por fora. Sempre dá certo e protege a vida.
10 - Creia que a maior bênção de possuir uma conciência é poder usá-la para auto-examinar-se todos os dias. Quem se auto-examina resiste melhor às criticas, pois se utiliza delas para diminuir seus próprios equívocos, e se mostra imune a eles quando a consciência o convence de estar fazendo aquilo que é certo. Auto-exame é o que faz a diferença entre aqueles que vivem para preservar sua imagem e a reputação daqueles que vivem para o que é verdadeiro e real.
Caio
Copacabana
Escrito em 22/03/2003
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
ORAÇÃO POR UMA FAMILI A: A MINHA, A SUA, A DE ALGUEM
Ah, Pai Querido,
Pai A!mado,
oro por meus amigos,
oro por esta familia querida,
oro pra que a paz reine,
o medo passe,
a angustia se estanque,
a dor se amenize,
o amor cresça,
o perdão seja dado,
os recursos sejam multiplicados,
a graça aplaine as superficies trincadas,
o Espirito lubrifique as relações,
a esperança renasça,
a alegria contagie,
as lagrimas sejam enxugadas,
Ah, Papai querido,
hoje, Tu me tens como intercessor por meus amigos.
sim, o mais indigno de todos,
dos pecadores, o principal,
mas, sei que Deus eu tenho,
sei que Tu te importas com os que,
se dobram diante de Ti em favor do outro,
Tu sabes, nada quero para mim,
Te tenho,
mas, rogo por meus amigos,
clamo por esta familia,
suplico por este lar,
Que sejam cobertos com manto de alegria.
e seus olhos se abram para os caminhos,
sim, caminhos de vitorias significativas,
sim, caminhos planos,
sim, caminhos seguros,
sim, caminhos conTigo,
Que portas se abram.
Que muros caiam
Que escamas desapareçam,
Que paradgmas sejam mudados,
Que conceitos e pre-conceitos sejam revisados,
Que o amor reine.
Em Cristo
Amem
Carlos Bregantim
CAMINHO DA GRAÇA
ESTAÇÃO SÃO PAULO
11 3023 3123 - 11 9154 5478
DOMINGO 18H30 Vila Mariana
Av. Lins de Vasconcelos, 3390
Pai A!mado,
oro por meus amigos,
oro por esta familia querida,
oro pra que a paz reine,
o medo passe,
a angustia se estanque,
a dor se amenize,
o amor cresça,
o perdão seja dado,
os recursos sejam multiplicados,
a graça aplaine as superficies trincadas,
o Espirito lubrifique as relações,
a esperança renasça,
a alegria contagie,
as lagrimas sejam enxugadas,
Ah, Papai querido,
hoje, Tu me tens como intercessor por meus amigos.
sim, o mais indigno de todos,
dos pecadores, o principal,
mas, sei que Deus eu tenho,
sei que Tu te importas com os que,
se dobram diante de Ti em favor do outro,
Tu sabes, nada quero para mim,
Te tenho,
mas, rogo por meus amigos,
clamo por esta familia,
suplico por este lar,
Que sejam cobertos com manto de alegria.
e seus olhos se abram para os caminhos,
sim, caminhos de vitorias significativas,
sim, caminhos planos,
sim, caminhos seguros,
sim, caminhos conTigo,
Que portas se abram.
Que muros caiam
Que escamas desapareçam,
Que paradgmas sejam mudados,
Que conceitos e pre-conceitos sejam revisados,
Que o amor reine.
Em Cristo
Amem
Carlos Bregantim
CAMINHO DA GRAÇA
ESTAÇÃO SÃO PAULO
11 3023 3123 - 11 9154 5478
DOMINGO 18H30 Vila Mariana
Av. Lins de Vasconcelos, 3390
domingo, 2 de novembro de 2008
Adão
Meu tempo antes do tempo era de um paraíso azul que não discernia a cor
Vivia confortável e sereno o que não sentia
Sem sorriso
Sem pranto
Sem lamento
Sem saber
E assim viveria para sempre
Protegido
Salvo
Sem culpa
Sem medo
Sem pecado
Sem perdão
Sem fome
Sem frio
Sem desejo de encontrar
Mas tinha que encontrar
E buscando cai em mim mesmo
E agora sei o que é paraíso porque conheci o inferno
Sei o que é serenidade por causa da tormenta
Entre lágrimas e sorrisos está meu caminho
Agora por causa do pecado, medo, culpa e solidão descobri o que seja perdão e graça
E desejando encontrar encontrei quando me percebi paradoxo
Encontrei o sentido da caminhada
Eu tinha que nascer para a história e trilhar o caminho da consciência
Ivo Fernandes
02 de outubro de 2008
Estação Fortaleza
***************
Tel: 85 3241 0795 / 85 8878 5758
MSN: caminhofortaleza@hotmail.com
Vivia confortável e sereno o que não sentia
Sem sorriso
Sem pranto
Sem lamento
Sem saber
E assim viveria para sempre
Protegido
Salvo
Sem culpa
Sem medo
Sem pecado
Sem perdão
Sem fome
Sem frio
Sem desejo de encontrar
Mas tinha que encontrar
E buscando cai em mim mesmo
E agora sei o que é paraíso porque conheci o inferno
Sei o que é serenidade por causa da tormenta
Entre lágrimas e sorrisos está meu caminho
Agora por causa do pecado, medo, culpa e solidão descobri o que seja perdão e graça
E desejando encontrar encontrei quando me percebi paradoxo
Encontrei o sentido da caminhada
Eu tinha que nascer para a história e trilhar o caminho da consciência
Ivo Fernandes
02 de outubro de 2008
Estação Fortaleza
***************
Tel: 85 3241 0795 / 85 8878 5758
MSN: caminhofortaleza@hotmail.com
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
POR QUE JESUS MANDOU PREGAR?
Por que Jesus mandou pregar o Evangelho?
Primeiro devo começar com o que não é objetivo do anuncio do Evangelho, mas que entre a multidão dos discípulos equivocados, é aclamado como sendo parte do objetivo do Evangelho.
Não é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado a fim de fazer as pessoas mudarem de religião.
Nem tampouco para que as pessoas passem a freqüentar um templo, nem para cantarem hinos para Jesus entre chineses ou hindus, esquimós ou índios nus, como dizia o “corinho” da Escola Dominical.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que o Cristianismo se expanda na Terra. Deus não é cristão, contrariamente ao que alguns dizem: “O Deus cristão é...” assim ou assado...
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para despovoar o inferno e povoar o céu, como se tudo dependesse da iniciativa do “cristianismo” para a salvação humana.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que os crentes sejam “glorificados” na Terra.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para batizar pessoas usando muita ou pouca água.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que se discuta com os novos convertidos o resto da vida acerca de quem joio e quem é trigo.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para criarmos impérios de comunicação cristãos.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para qualquer coisa que não seja a encarnação do bem do Evangelho no coração das pessoas.
O Evangelho é a noticia de Deus aos homens, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo todo.
Jesus não ergueu nada fora do coração humano, correndo todos os riscos de tal “confiança” na natureza humana, pois, de fato, fora do coração não cabe nada que seja essencialmente reino de Deus.
Qualquer bem do Evangelho será sempre vida. E vida como o ensino e conforme a prática de Jesus, no espírito de tudo o que Ele viveu e, assim, ensinou.
O Evangelho, portanto, antes de tudo é Reconciliação.
Sim! É Reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, mesmo que o próximo seja inimigo, pois, assim como Deus se reconciliou conosco sendo nós inimigos de Deus no entendimento e nas praticas de obras perversas e alienadas, ainda assim Ele nos amou e nos ama, e, unilateralmente se reconciliou conosco.
É Reconciliação com Deus porque Deus a fez e feita está. Assim, não há o que discutir, mas apenas dizer “quero” ou “não quero”.
É Reconciliação do homem consigo mesmo porque Deus o perdoou. Portanto, perdoado está todo homem que creia que está perdoado; e assim viva como quem crê que está perdoado, perdoando outros, como Deus em Cristo o perdoou.
É Reconciliação do homem com seu próximo, pois, quem foi perdoado de tudo, perdoa tudo e segue em amor.
Portanto, é apenas Reconciliação que o Evangelho carrega como objetivo.
Por causa disso, o Evangelho é também Reconciliação do homem com o todo da criação de Deus, pois, se o que existe é de Deus, e nós dizemos que Dele somos, o natural é amar a tudo o que Ele criou, e proteger cada coisa para ter sua própria existência.
Se a pregação gera isto como vida, então é o Evangelho que se está pregando. Mas se não gera, ou é porque quem ouve não quer ou não entende; ou, então, é porque não é o Evangelho que está sendo pregado.
O Evangelho ensina tudo, menos uma religião. Aliás, desde que João disse que na Nova Jerusalém não há santuário que ficamos sabendo que o Evangelho é ateu de religião.
É simples assim.
O Evangelho é o bem das ovelhas de Jesus em todos os outros apriscos.
Ora, o Evangelho pode ser o bem de Jesus até para cristãos, quanto mais para todos os homens.
É ou não é?
Caio
01 de outubro de 08
Lago Norte
Brasília
DF
Primeiro devo começar com o que não é objetivo do anuncio do Evangelho, mas que entre a multidão dos discípulos equivocados, é aclamado como sendo parte do objetivo do Evangelho.
Não é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado a fim de fazer as pessoas mudarem de religião.
Nem tampouco para que as pessoas passem a freqüentar um templo, nem para cantarem hinos para Jesus entre chineses ou hindus, esquimós ou índios nus, como dizia o “corinho” da Escola Dominical.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que o Cristianismo se expanda na Terra. Deus não é cristão, contrariamente ao que alguns dizem: “O Deus cristão é...” assim ou assado...
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para despovoar o inferno e povoar o céu, como se tudo dependesse da iniciativa do “cristianismo” para a salvação humana.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que os crentes sejam “glorificados” na Terra.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para batizar pessoas usando muita ou pouca água.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que se discuta com os novos convertidos o resto da vida acerca de quem joio e quem é trigo.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para criarmos impérios de comunicação cristãos.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para qualquer coisa que não seja a encarnação do bem do Evangelho no coração das pessoas.
O Evangelho é a noticia de Deus aos homens, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo todo.
Jesus não ergueu nada fora do coração humano, correndo todos os riscos de tal “confiança” na natureza humana, pois, de fato, fora do coração não cabe nada que seja essencialmente reino de Deus.
Qualquer bem do Evangelho será sempre vida. E vida como o ensino e conforme a prática de Jesus, no espírito de tudo o que Ele viveu e, assim, ensinou.
O Evangelho, portanto, antes de tudo é Reconciliação.
Sim! É Reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, mesmo que o próximo seja inimigo, pois, assim como Deus se reconciliou conosco sendo nós inimigos de Deus no entendimento e nas praticas de obras perversas e alienadas, ainda assim Ele nos amou e nos ama, e, unilateralmente se reconciliou conosco.
É Reconciliação com Deus porque Deus a fez e feita está. Assim, não há o que discutir, mas apenas dizer “quero” ou “não quero”.
É Reconciliação do homem consigo mesmo porque Deus o perdoou. Portanto, perdoado está todo homem que creia que está perdoado; e assim viva como quem crê que está perdoado, perdoando outros, como Deus em Cristo o perdoou.
É Reconciliação do homem com seu próximo, pois, quem foi perdoado de tudo, perdoa tudo e segue em amor.
Portanto, é apenas Reconciliação que o Evangelho carrega como objetivo.
Por causa disso, o Evangelho é também Reconciliação do homem com o todo da criação de Deus, pois, se o que existe é de Deus, e nós dizemos que Dele somos, o natural é amar a tudo o que Ele criou, e proteger cada coisa para ter sua própria existência.
Se a pregação gera isto como vida, então é o Evangelho que se está pregando. Mas se não gera, ou é porque quem ouve não quer ou não entende; ou, então, é porque não é o Evangelho que está sendo pregado.
O Evangelho ensina tudo, menos uma religião. Aliás, desde que João disse que na Nova Jerusalém não há santuário que ficamos sabendo que o Evangelho é ateu de religião.
É simples assim.
O Evangelho é o bem das ovelhas de Jesus em todos os outros apriscos.
Ora, o Evangelho pode ser o bem de Jesus até para cristãos, quanto mais para todos os homens.
É ou não é?
Caio
01 de outubro de 08
Lago Norte
Brasília
DF
domingo, 28 de setembro de 2008
Decálogo Voto Ético
Eis aqui alguns balizamentos fundamentais sobre o uso ético do voto do evangélico, conforme o sumário de propostas defendidas pela conferência da então Associação Evangélica Brasileira (AEVB).
I – O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País. Estado e Município;
II – O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade numa outra direção;
III – Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, devem evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;
IV – Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar, é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, os vários representantes de correntes políticas possam ser ouvidos sem preconceitos;
V – A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil, deve levar os pastores a não tentarem conduzir processos político-partidários dentro da igreja, sob pena de que, em assim fazendo, eles dividam a comunidade em diversos partidos;
VI – Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos, são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses que passam também pela dimensão política. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político evangélico tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um “despachante” de Igrejas;
VII – Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um político evangélico votou de determinada maneira, apenas porque obteve a promessa de que, em fazendo assim, ele conseguirá alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades ou outros “trocos”, ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesses, não se pode, entretanto, admitir que tais “acertos” impliquem na prostituição da consciência de um cristão, mesmo que a “recompensa seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Afinal, Jesus não aceitou ganhar os “reinos deste mundo” por quaisquer meios. Ele preferiu o caminho da cruz;
VIII – Os eleitores evangélicos devem votar baseados em programas de governo, e não apenas em função de “boatos” do tipo: “O candidato tal é ateu”; ou: “O fulano vai fechar as igrejas”. Ou o sicrano não vai dar nada aos evangélicos”; ou ainda: “O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos”. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja, o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção
de um candidato com o qual estejam comprometidos;
IX – Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: “o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto”, é de bom alvitre que, ainda assim, se dê um “voto de confiança” a esse irmãos na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. A fé deve ser prioritária às simpatias ideológico-partidárias.
X – Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ele ensina sobre a Palavra e Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina”.
Este Decálogo foi escrito basicamente por mim, quando presidia a AEVB, e teve algumas pequenas inserções de outros amigos no texto, o qual foi amplamente divulgado em 1994, quando das eleições.
Continua válido!
Caio
24 de setembro de 2008
I – O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País. Estado e Município;
II – O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade numa outra direção;
III – Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, devem evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;
IV – Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar, é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, os vários representantes de correntes políticas possam ser ouvidos sem preconceitos;
V – A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil, deve levar os pastores a não tentarem conduzir processos político-partidários dentro da igreja, sob pena de que, em assim fazendo, eles dividam a comunidade em diversos partidos;
VI – Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos, são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses que passam também pela dimensão política. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político evangélico tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um “despachante” de Igrejas;
VII – Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um político evangélico votou de determinada maneira, apenas porque obteve a promessa de que, em fazendo assim, ele conseguirá alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades ou outros “trocos”, ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesses, não se pode, entretanto, admitir que tais “acertos” impliquem na prostituição da consciência de um cristão, mesmo que a “recompensa seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Afinal, Jesus não aceitou ganhar os “reinos deste mundo” por quaisquer meios. Ele preferiu o caminho da cruz;
VIII – Os eleitores evangélicos devem votar baseados em programas de governo, e não apenas em função de “boatos” do tipo: “O candidato tal é ateu”; ou: “O fulano vai fechar as igrejas”. Ou o sicrano não vai dar nada aos evangélicos”; ou ainda: “O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos”. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja, o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção
de um candidato com o qual estejam comprometidos;
IX – Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: “o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto”, é de bom alvitre que, ainda assim, se dê um “voto de confiança” a esse irmãos na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. A fé deve ser prioritária às simpatias ideológico-partidárias.
X – Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ele ensina sobre a Palavra e Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina”.
Este Decálogo foi escrito basicamente por mim, quando presidia a AEVB, e teve algumas pequenas inserções de outros amigos no texto, o qual foi amplamente divulgado em 1994, quando das eleições.
Continua válido!
Caio
24 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
No chão da Graça é assim
Graças a Deus que nos faz caminhar com os pés no chão e, não, levitando, como muitos "evangélicos" gostariam de "andar". A maioria, na verdade,gostaria não apenas de levitar, mas se pudessem, voariam como verdadeiras águias ou gaivotas. Sobrevoar as alturas! Oh, arrogante ingenuidade! Ou seria ingênua arrogância?
Louvo a Deus por não ter mais essa consciência que de ciência nada tem. Pisar o chão é bom demais! Quem já experimentou uma turbulência aérea sabe bem do que estou falando. E quando o comandante avisa que não há previsão de pouso e que o combustível que resta só serve para alguns minutos, o desespero toma conta.
Na vida, viver turbulências, por incrível que pareça é ainda pior. Quem me conhece bem de perto, sabe das que vivi ultimamente. E se os pés não estiverem no chão, a gente sai por aí saltando de arranha-céus acreditando ser o super-homem, ou para ser mais próximo do momento, o próprio Spider-Man.
Só que nós não somos super-heróis. Somos gente e suficientemente gente. Sou fascinado por orações como a de Pedro: Senhor, retira-te de mim, porque sou pecador (Lc 5.8). Quando vemos a turbulência perdendo força e a Graça de Deus prevalecendo, dá vontade de pedir para Deus se retirar, pois sabemos o quanto somos indignos dEle.
Só aí percebemos o quanto merecemos a condenação, o castigo, o isolamento, a morte e o inferno.Quando vemos Deus nos agraciando com seu amor e cuidado, sendo nós quem somos. De qualquer maneira, é no chão da vida que as coisas acontecem,sejam boas, sejam ruins. Não é nos templos, não é nos montes, não é nos encontros religiosamente evangélicos, não é nos shows de música gospel nem na marcha para "Jesus". Que Jesus, Senhor? Que Jesus receberia tantos sacrifícios presunçosos como forma de louvor?
As coisas acontecem no chão da vida, mas a alma é tranqüilizada quando percebemos que o chão da vida se tornou chão da Graça. É quando a caminhada, por mais espinhosa que pareça, não tenha que ser recheada com supersticiosos "ta amarrado", nem com ingênuos "eu repreendo", muito menos com blasfemos "tomo posse do melhor dessa terra". Não, amados!Quem está no chão da Graça, sente a graça de ser acompanhado lado a lado por Jesus no chão da vida.
Quem está no chão da Graça, não se torna franciscano na aparência ou no discurso, apenas. Quem está no chão da Graça, ama até o pior e mais charlatão pastor evangélico que possa existir, não o ofendendo - como já fiz muito -, mas apenas orando por Ele. Apenas, orando! Quem está no chão da Graça, não reduz a sua vida com Cristo numa comunhão estática sacralizando o espaço do templo ou o dia de domingo. Mas quem está no chão da Graça, se não sequer suporta a idéia de templo, não pisa nele também, quando convidado. Quem está no chão da Graça? Às vezes penso que ninguém! Ou às vezes imagino que somente os maltrapilhos estão, dos quais me compadeço com as palavras, mas não compartilho com eles o muito ou pouco daquilo que tenho. Dou não o que sobra, mas parte do que sobra! Que amor é este que tanto prego? Só falar é fácil, ainda mais quando o cifrão chega brilharem meus olhos. E há também momentos em que penso que todos estão no chão da Graça, porque não é possível!
Até os pregadores da Graça têm me preocupado nos últimos dias, Jesus. Os da espiritualidade, os do ecumenismo, os progressistas, os comunistas cristãos, os da caminhada.Que caminhada? Graças a Deus que o Caminho é Cristo, apenas! Graças a Deus! Graças a Deus que é Ele o Caminho da Graça, em quem e com quem há chão da Graça, em meio ao chão da vida. Caso contrário, nem a igreja clandestina e subversiva escaparia.
Dou graças a Deus, pois no chão da Graça, as coisas são assim. Deus coloca pessoas "sem importância alguma para a maioria" para abençoar nossas almas. Gente como a gente. Gente que sorri; que recepciona; que chora junto; que diz o que tem de ser dito; que não faz aquela cara hipócrita de insatisfação na hora da piada, mas com uma vontade enorme por dentro dedar risada; gente que se for preciso não segura o palavrão, mas o pronuncia sabendo que não pronunciá-lo será ainda mais pecaminoso;gente que é gente.
No chão da Graça é assim. A consciência e as intenções limpas são o que prevalece. A Graça não se torna rótulo, mas realidade de vida de quem vive sorrindo ou chorando no chão da vida. É onde realmente há amor e simplicidade, desprendimento da matéria,riqueza na comunhão despretensiosa, liberdade em Cristo e compaixão pelo pobre.
na Graça,
Jefferson Ramalho
http://jeffersonramalho.blogspot.com/
Louvo a Deus por não ter mais essa consciência que de ciência nada tem. Pisar o chão é bom demais! Quem já experimentou uma turbulência aérea sabe bem do que estou falando. E quando o comandante avisa que não há previsão de pouso e que o combustível que resta só serve para alguns minutos, o desespero toma conta.
Na vida, viver turbulências, por incrível que pareça é ainda pior. Quem me conhece bem de perto, sabe das que vivi ultimamente. E se os pés não estiverem no chão, a gente sai por aí saltando de arranha-céus acreditando ser o super-homem, ou para ser mais próximo do momento, o próprio Spider-Man.
Só que nós não somos super-heróis. Somos gente e suficientemente gente. Sou fascinado por orações como a de Pedro: Senhor, retira-te de mim, porque sou pecador (Lc 5.8). Quando vemos a turbulência perdendo força e a Graça de Deus prevalecendo, dá vontade de pedir para Deus se retirar, pois sabemos o quanto somos indignos dEle.
Só aí percebemos o quanto merecemos a condenação, o castigo, o isolamento, a morte e o inferno.Quando vemos Deus nos agraciando com seu amor e cuidado, sendo nós quem somos. De qualquer maneira, é no chão da vida que as coisas acontecem,sejam boas, sejam ruins. Não é nos templos, não é nos montes, não é nos encontros religiosamente evangélicos, não é nos shows de música gospel nem na marcha para "Jesus". Que Jesus, Senhor? Que Jesus receberia tantos sacrifícios presunçosos como forma de louvor?
As coisas acontecem no chão da vida, mas a alma é tranqüilizada quando percebemos que o chão da vida se tornou chão da Graça. É quando a caminhada, por mais espinhosa que pareça, não tenha que ser recheada com supersticiosos "ta amarrado", nem com ingênuos "eu repreendo", muito menos com blasfemos "tomo posse do melhor dessa terra". Não, amados!Quem está no chão da Graça, sente a graça de ser acompanhado lado a lado por Jesus no chão da vida.
Quem está no chão da Graça, não se torna franciscano na aparência ou no discurso, apenas. Quem está no chão da Graça, ama até o pior e mais charlatão pastor evangélico que possa existir, não o ofendendo - como já fiz muito -, mas apenas orando por Ele. Apenas, orando! Quem está no chão da Graça, não reduz a sua vida com Cristo numa comunhão estática sacralizando o espaço do templo ou o dia de domingo. Mas quem está no chão da Graça, se não sequer suporta a idéia de templo, não pisa nele também, quando convidado. Quem está no chão da Graça? Às vezes penso que ninguém! Ou às vezes imagino que somente os maltrapilhos estão, dos quais me compadeço com as palavras, mas não compartilho com eles o muito ou pouco daquilo que tenho. Dou não o que sobra, mas parte do que sobra! Que amor é este que tanto prego? Só falar é fácil, ainda mais quando o cifrão chega brilharem meus olhos. E há também momentos em que penso que todos estão no chão da Graça, porque não é possível!
Até os pregadores da Graça têm me preocupado nos últimos dias, Jesus. Os da espiritualidade, os do ecumenismo, os progressistas, os comunistas cristãos, os da caminhada.Que caminhada? Graças a Deus que o Caminho é Cristo, apenas! Graças a Deus! Graças a Deus que é Ele o Caminho da Graça, em quem e com quem há chão da Graça, em meio ao chão da vida. Caso contrário, nem a igreja clandestina e subversiva escaparia.
Dou graças a Deus, pois no chão da Graça, as coisas são assim. Deus coloca pessoas "sem importância alguma para a maioria" para abençoar nossas almas. Gente como a gente. Gente que sorri; que recepciona; que chora junto; que diz o que tem de ser dito; que não faz aquela cara hipócrita de insatisfação na hora da piada, mas com uma vontade enorme por dentro dedar risada; gente que se for preciso não segura o palavrão, mas o pronuncia sabendo que não pronunciá-lo será ainda mais pecaminoso;gente que é gente.
No chão da Graça é assim. A consciência e as intenções limpas são o que prevalece. A Graça não se torna rótulo, mas realidade de vida de quem vive sorrindo ou chorando no chão da vida. É onde realmente há amor e simplicidade, desprendimento da matéria,riqueza na comunhão despretensiosa, liberdade em Cristo e compaixão pelo pobre.
na Graça,
Jefferson Ramalho
http://jeffersonramalho.blogspot.com/
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sem amor nada se aproveita(1 Corintios 13:1-13)
1 ¶ Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 ¶ O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 ¶ O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 ¶ O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 ¶ O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Hoje
Hoje, olhando de minha janela o verde que me cerca, tomei uma decisão. Sim! Verdadeiras decisões só podem ser tomadas no dia chamado Hoje. Quem não decide Hoje jamais decide.
Decidi enxergar, de uma vez por todas, a minha vida como uma dádiva, como único dom do qual prestarei conta.
Decidi Louvar o Criador mesmo quando não entender a criação.
Decidi Louvá-lo pela dor que me ensina e me faz sentir-me vivo.
Decidi jogar fora todo medo, o que apenas se fez por causa do Amor que meu coração invade.
Decidi escrever mais poemas que revelam mais de mim do que eu suponho.
Decidi ouvir e cantar músicas que me falem da vida.
Decidi caminhar por mais tempo na praia junto ao grande santuário que é o grande mar.
Decidi continuar abrindo as portas da minha casa, quem sabe eu ainda não hospedarei um anjo.
Decidi repetir como uma oração a verdade de que o sol nasce para todos, só não vê quem não quer. E por falar em sol, decidi ver mais seu nascer e seu poente.
Decidi banhar-me nas águas dos oceanos.
Decidi me preocupar menos, afinal se Deus cuida dos passarinhos porque não cuidaria de mim?!
Decidi fazer mais amigos, nunca são o bastante.
Decidi brincar mais com minhas filhas, nada é mais valioso.
Decidi tusso isso. E que cada dia carregue a sentença do dia chamado Hoje.
Ivo Fernandes
10 de setembro de 2008
Decidi enxergar, de uma vez por todas, a minha vida como uma dádiva, como único dom do qual prestarei conta.
Decidi Louvar o Criador mesmo quando não entender a criação.
Decidi Louvá-lo pela dor que me ensina e me faz sentir-me vivo.
Decidi jogar fora todo medo, o que apenas se fez por causa do Amor que meu coração invade.
Decidi escrever mais poemas que revelam mais de mim do que eu suponho.
Decidi ouvir e cantar músicas que me falem da vida.
Decidi caminhar por mais tempo na praia junto ao grande santuário que é o grande mar.
Decidi continuar abrindo as portas da minha casa, quem sabe eu ainda não hospedarei um anjo.
Decidi repetir como uma oração a verdade de que o sol nasce para todos, só não vê quem não quer. E por falar em sol, decidi ver mais seu nascer e seu poente.
Decidi banhar-me nas águas dos oceanos.
Decidi me preocupar menos, afinal se Deus cuida dos passarinhos porque não cuidaria de mim?!
Decidi fazer mais amigos, nunca são o bastante.
Decidi brincar mais com minhas filhas, nada é mais valioso.
Decidi tusso isso. E que cada dia carregue a sentença do dia chamado Hoje.
Ivo Fernandes
10 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
O CAMINHO DA GRAÇA É O CAMINHO DA CRUZ
Sim, não há outro caminho a fazer senão o CAMINHO DA CRUZ todos os dias e o dia todo. Penso que esta deveria ser a única competição entre os discípulos de Jesus de Nazaré, quem chega primeiro à Cruz, aos pés da Cruz, "DE ONDE JORRA RICA FONTE", como dizia o poeta. Até porque é inevitável que corramos pra lá, pois, seja em pensamentos, palavras, gestos, atos e atitudes, enfim, sempre estamos cometendo algum delito. O Caminho da Cruz é o caminho do recomeço sempre. Ali eu oro, choro, reclamo, ouço, murmuro, espero, mas é dali que saio pra vida sem pesos, sem culpas, sem embaraços, esperançoso, já que ali na Cruz eu e tudo que existe neste universo fomos reconciliados com o Criador. No Caminho da Cruz eu recobro a consciência plena e expando a minha mente de modo que passo a compreender o que fiz ou deixei de fazer e as conseqüências disto tudo. No Caminho da Cruz sou perdoado, resgatado, restaurado e reanimado a lidar inclusive com as conseqüências dos meus erros, dos meus desvios, das minhas mazelas pessoais, dos meus traumas, das minhas memórias estranhas. No Caminho da Cruz não sou nem melhor e nem pior que os outros. Sou mais um atingido pelo amor escandaloso da Cruz. Quando chego ali, me nivelo, me equilibro, me ponho no lugar que devo sempre estar, isto é, curvado, reverente, quieto, silencioso, pois, ali sou aspergido por gotas que mancham positivamente a minha vida. Manchas que são reconhecidas na eternidade. Mancha que é espetaculo para todos os seres viventes no universo. A mancha da Cruz, a mancha do sangue ali derramado. A mancha que me arrancou do império das trevas e me levou para o Reino do Filho do Seu Amor. Não são poucas as vezes que tenho que responder perguntas do tipo: "E AGORA, PRA ONDE VOU? O QUE FAÇO? . Bem, não tenho outra resposta, VOLTE PARA O CAMINHO DA CRUZ. Corra para os pés da Cruz. Aquiete-se lá. Chore lá. Grite lá, mas, é ali que eu e você devemos ir sempre. Somos como aqueles filhos que quando corrigidos pelos pais, agarram-se nas pernas do pai e mesmo recebendo a correção que doí, preferem ficar ali, grudados aos pés do pai, pois, sabem que são amados, sabem que aquela correção conquanto dolorida na hora é o que lhe dará segurança prá vida. Aos pés da Cruz eu e você dizemos ao Criador; "...PAI, CORRIJA-NOS, MAS, NÃO NOS LANCE FORA DA SUA PRESENÇA.." O CAMINHO DA GRAÇA É O CAMINHO DA CRUZ. Um desemboca no outro. Se misturam. Não é possível fazer um e não fazer o outro. Não é uma questão de escolha, mas, de reconhecimento. OU A CRUZ VALEU PRA TUDO OU NÃO VALEU PRA NADA. Crendo assim, prefiro o Caminho da Cruz que é o Caminho da Graça, que é, o caminho feito pra dentro de si mesmo e pra dentro daquEle que ó o próprio Caminho. " EU SOU O CAMINHO..." disse o Nazareno.
Deus te guarde no Caminho da Cruz, este lugar seguro pra se estar e ficar.
Carlos Bregantim.
Deus te guarde no Caminho da Cruz, este lugar seguro pra se estar e ficar.
Carlos Bregantim.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
O Caminho da Graça
Caminho da Graça
É um lugar de encontro...
Encontro da "vida com sabor de graça e da graça com sabor de vida"
Encontro de pessoas com pessoas.
Encontro de pessoas consigo mesmas.
Encontro de pessoas com a simplicidade do Evangelho da Graça.
Encontro de pessoas que desejam ser, nada alem de discipulos de Jesus, e viverem com responsabilidade o Evangelho da Graça.
No Caminho da Graça, onde estes encontros acontecem, acontecem outros tantos encontros que determinam toda a dinâmica e a razão de existir do Caminho.
No Caminho da Graça, os encontros são embriões de possíveis e bem-vindas amizades que podem prosperar para amizades espirituais tão raras e tão necessárias.
No Caminho da Graça, os encontros são informais, leves, ecléticos, interativos, pois, entendemos que este é um ambiente favorável para se estabelecer novos vínculos de afeição, amor, comunhão e amizades.
É um lugar de encontro...
Encontro da "vida com sabor de graça e da graça com sabor de vida"
Encontro de pessoas com pessoas.
Encontro de pessoas consigo mesmas.
Encontro de pessoas com a simplicidade do Evangelho da Graça.
Encontro de pessoas que desejam ser, nada alem de discipulos de Jesus, e viverem com responsabilidade o Evangelho da Graça.
No Caminho da Graça, onde estes encontros acontecem, acontecem outros tantos encontros que determinam toda a dinâmica e a razão de existir do Caminho.
No Caminho da Graça, os encontros são embriões de possíveis e bem-vindas amizades que podem prosperar para amizades espirituais tão raras e tão necessárias.
No Caminho da Graça, os encontros são informais, leves, ecléticos, interativos, pois, entendemos que este é um ambiente favorável para se estabelecer novos vínculos de afeição, amor, comunhão e amizades.
Reflexão/Confissão/Oração
É impressionante nossa capacidade de julgar. Somos cheios de juízo até mesmo quando afirmamos que nossa denúncia não se dirige a pessoas e sim a fatos ou palavras ditas por elas. A verdade é que constantemente só mudamos de grupo, de time, de gueto, de bando, de religião, mas continuamos os mesmos, cheios de juízo contra o próximo. Muitos ao trocarem de grupos passam a “lançar no inferno” com suas línguas todos os que antes chamavam de irmãos.
Eu confesso meu pecado. Falta-me muito para ter minha língua controlada. Quantas vezes quando abrimos a boca para falar sobre quem quer que seja pensamos nos efeitos dessas palavras na vida dos indivíduos envolvidos e suas famílias?
Não quero viver uma reforma ou revolução que precise destruir o outro, seja o outro quem quer que seja. Desejo pregar o Evangelho respeitando sempre a alma do próximo. E creio que isso sim, é possível. Quero continuar com a liberdade de dizer tudo o que penso e sinto, mas sem precisar ferir quem quer que seja.
Não quero que minhas tristezas resultantes do que fizeram e fazem contra mim me tornem um ser humano amargurado que sai usando a língua como instrumento de vingança.
Desejo aprender a ouvir mais e falar menos. Quero aprender a guardar segredos. Que jamais use contra alguém o que este alguém me confidenciou, nada é mais cruel que isso. Que Deus me ajude a controlar a ira, a raiva, ou sentimentos autojustificados de vingança que impulsionam a língua ferina.
Desejo ser filho de Deus, um pacificador e não um semeador de contendas. Que não me torne tolo imaginando que preciso denunciar o outro para poder pregar a verdade, que eu saiba que a verdade em si já é uma denúncia contra toda mentira.
Que eu aprenda o que Caio ensinou: “Grande, todavia, é a alegria daquele que segura a sua língua mesmo quando poderia vencer uma peleja mediante a confissão de um segredo do outro.”
Dá-me Senhor amor, pois ele cobre multidões de pecados. Lembra-me sempre que uma palavra dita é sem volta e pode matar vidas mesmo que a intenção não tenha sido essa.
Dá-me Senhor paciência e fé, e lembra-me que é por minhas palavras que serei julgado. E que com a medida que medi hei de ser medido. Que meus olhos estejam voltados para mim.
Ivo Fernandes
Estação Fortaleza
12 de agosto de 2008
Eu confesso meu pecado. Falta-me muito para ter minha língua controlada. Quantas vezes quando abrimos a boca para falar sobre quem quer que seja pensamos nos efeitos dessas palavras na vida dos indivíduos envolvidos e suas famílias?
Não quero viver uma reforma ou revolução que precise destruir o outro, seja o outro quem quer que seja. Desejo pregar o Evangelho respeitando sempre a alma do próximo. E creio que isso sim, é possível. Quero continuar com a liberdade de dizer tudo o que penso e sinto, mas sem precisar ferir quem quer que seja.
Não quero que minhas tristezas resultantes do que fizeram e fazem contra mim me tornem um ser humano amargurado que sai usando a língua como instrumento de vingança.
Desejo aprender a ouvir mais e falar menos. Quero aprender a guardar segredos. Que jamais use contra alguém o que este alguém me confidenciou, nada é mais cruel que isso. Que Deus me ajude a controlar a ira, a raiva, ou sentimentos autojustificados de vingança que impulsionam a língua ferina.
Desejo ser filho de Deus, um pacificador e não um semeador de contendas. Que não me torne tolo imaginando que preciso denunciar o outro para poder pregar a verdade, que eu saiba que a verdade em si já é uma denúncia contra toda mentira.
Que eu aprenda o que Caio ensinou: “Grande, todavia, é a alegria daquele que segura a sua língua mesmo quando poderia vencer uma peleja mediante a confissão de um segredo do outro.”
Dá-me Senhor amor, pois ele cobre multidões de pecados. Lembra-me sempre que uma palavra dita é sem volta e pode matar vidas mesmo que a intenção não tenha sido essa.
Dá-me Senhor paciência e fé, e lembra-me que é por minhas palavras que serei julgado. E que com a medida que medi hei de ser medido. Que meus olhos estejam voltados para mim.
Ivo Fernandes
Estação Fortaleza
12 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
QUE VEM PRIMEIRO: A ESCRITURA OU A PALAVRA?
Não é de estranhar que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos, assim, que a Palavra precede a Escritura. A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra. E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação! E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença que libertação. A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou, então, quando o Deus da Palavra fala antes ao coração! A Bíblia é o Livro. A Escritura é o Texto. A Palavra É! E é Revelação!Jesus é o Verbo Encarnado!É o Espírito quem revela Jesus como a Palavra e a Palavra em Jesus.Caio(Escrito em 9/10/03, no primeiro ano do site)
ANSIEDADE...
A ansiedade é uma Droga. Uma das piores que existem. Foi por esta razão que Jesus dedicou tanta atenção a ela.
Mateus 6 expressa bem a preocupação de Jesus com o poder adoecedor da ansiedade.
A ansiedade essencial é fruto da desconfiança básica de todo homem.
O que se crê é que ele, o homem, é o responsável pela sua própria vida e saúde, enquanto é ameaçado de todos os lados, tanto pela competição horizontal, como também pelo sentimento de abandono em relação a Deus.
Daqui nascem todos os males!
Então, entra em campo o time da ansiedade, com todos os seus infindos craques de angustia e surtos de insegurança e carência; e, paradoxalmente, tomado de ambição e desejos fantasiosos de segurança e poder.
Ansiedade gera neurose assim como também produz uma mente paranóica.
A pessoa cai no “responsabilismo neurótico”; ou, então, entra no estado de desconfiança essencial [paranóia], amedrontado em relação ao que possui, e que pode lhe ser tirado, tanto por homens, como por doenças ou pragas invisíveis.
Ora, essas coisas nascem da ansiedade assim como a retro-alimentam.
Então a ansiedade-neurótico-paranóica gera a Síndrome do Pânico, a Hipocondria, a Depressão e os surtos de perseguição ou de angustia e medo de morrer.
Na base de quase todas as enfermidades da mente está a desconfiança essencial.
Ora, a desconfiança essencial é a primeira filha da ansiedade do mesmo modo em que é a sua mãe.
Sim! Pois o ansioso cai na desconfiança essencial, e a insegurança essencial é o que gera ansiedade. É o ciclo da morte...
A cura para esse mal é a fé.
Por isso Jesus apenas mandou confiar no amor do Pai. E mostrou como é idiota pensar diferente. Afinal, pergunta Ele, quem pode o quê?
E mais do que confiar, Jesus disse que a cura total dessa ansiedade essencial vem de se buscar em primeiro lugar o reino de Deus em nós.
O reino de Deus em nós!...
O reino de Deus em nós é construído do material da confiança que o coração possua quanto ao amor de Deus por nós.
O reino cresce com amor!...
Sim! Ele só se dilata em nós pelo amor e pela confiança no amor de Deus!...
Quem crê que é amado pelo Amado, esse anda sem ansiedades...
Ora, isto muda até mesmo a configuração de nosso cérebro de suas produções químicas...
Muda tudo!
Você quer?
Jesus diria: “Vem e vê!” —; afinal, esse cardápio não é para ser conhecido, é para ser comido como vida — pela fé!
Nele, em Quem tudo já está Resolvido,
Caio
13/12/07
Lago Norte
Brasília
DF
Mateus 6 expressa bem a preocupação de Jesus com o poder adoecedor da ansiedade.
A ansiedade essencial é fruto da desconfiança básica de todo homem.
O que se crê é que ele, o homem, é o responsável pela sua própria vida e saúde, enquanto é ameaçado de todos os lados, tanto pela competição horizontal, como também pelo sentimento de abandono em relação a Deus.
Daqui nascem todos os males!
Então, entra em campo o time da ansiedade, com todos os seus infindos craques de angustia e surtos de insegurança e carência; e, paradoxalmente, tomado de ambição e desejos fantasiosos de segurança e poder.
Ansiedade gera neurose assim como também produz uma mente paranóica.
A pessoa cai no “responsabilismo neurótico”; ou, então, entra no estado de desconfiança essencial [paranóia], amedrontado em relação ao que possui, e que pode lhe ser tirado, tanto por homens, como por doenças ou pragas invisíveis.
Ora, essas coisas nascem da ansiedade assim como a retro-alimentam.
Então a ansiedade-neurótico-paranóica gera a Síndrome do Pânico, a Hipocondria, a Depressão e os surtos de perseguição ou de angustia e medo de morrer.
Na base de quase todas as enfermidades da mente está a desconfiança essencial.
Ora, a desconfiança essencial é a primeira filha da ansiedade do mesmo modo em que é a sua mãe.
Sim! Pois o ansioso cai na desconfiança essencial, e a insegurança essencial é o que gera ansiedade. É o ciclo da morte...
A cura para esse mal é a fé.
Por isso Jesus apenas mandou confiar no amor do Pai. E mostrou como é idiota pensar diferente. Afinal, pergunta Ele, quem pode o quê?
E mais do que confiar, Jesus disse que a cura total dessa ansiedade essencial vem de se buscar em primeiro lugar o reino de Deus em nós.
O reino de Deus em nós!...
O reino de Deus em nós é construído do material da confiança que o coração possua quanto ao amor de Deus por nós.
O reino cresce com amor!...
Sim! Ele só se dilata em nós pelo amor e pela confiança no amor de Deus!...
Quem crê que é amado pelo Amado, esse anda sem ansiedades...
Ora, isto muda até mesmo a configuração de nosso cérebro de suas produções químicas...
Muda tudo!
Você quer?
Jesus diria: “Vem e vê!” —; afinal, esse cardápio não é para ser conhecido, é para ser comido como vida — pela fé!
Nele, em Quem tudo já está Resolvido,
Caio
13/12/07
Lago Norte
Brasília
DF
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
É PRA COMER. NÃO É PARA CONHECER O CARDÁPIO!
Sem “teologia” e sem “doutrina” de nenhum tipo, a simples leitura do Evangelho nos deixa saber o que é bom para a vida, e como também se deve viver, sem que isto demande nenhuma “explicação” especial àquele que deseja se beneficiar da Boa Nova.Sim, a Boa Nova não tenta convencer a priori. Ela simplesmente diz: “Me experimente. Se você provar, você saberá que é verdade. Não antes. Não por nenhum outro modo ou meio.”O convencimento da Boa Nova vem da realização do que é Bom. É simples assim.Um “evangelho” que seja um pacote de crenças e doutrinas, e uma “embalagem de Deus” segundo algumas teologias, serve muito à criação de um espírito religioso, e que se arroga a ser melhor não por causa do bem que realize, mas em razão da suposta superioridade dos valores de conduta apregoados. “Eu vim para que tenham vida; e vida em abundância”—jamais poderá ser substituído por “Eu vim para que vocês fiquem sabendo qual é o conjunto da verdade, e, assim, sejam superiores aos demais homens ignorantes”.O único modo de aferição da verdade do Evangelho só acontece na vida, não porque alguém ganhou uma discussão teológica contra um herege, mas sim pelo resultado da existência, se é plena de vida, conforme a justiça, a paz e a alegria no Espírito Santo.Desse modo, o Evangelho não tenta explicar nada, mas convida a uma confiança que é fruto de se ter tido um toque da Graça, e que se transforma numa atração, e que se entrega como rendição, gerando a resposta do “seguir” a Jesus.Assim, aquele que se entrega a Jesus não recebe um pacote de explicações, mas sim aceita seguir porque foi convencido pela experiência do bem do Evangelho, e que tocou o indivíduo de alguma forma, fazendo-o provar que “o Senhor é bom”.Portanto, tal pessoa não fica preocupada em “entender Deus”. Sua felicidade está em que Deus a entende. Assim, ela caminha sem querer saber o que Deus está planejando, mas apenas o que Jesus propõe como caminho. E, para ela, cada coisa não é passível de uma explicação, mas sim de uma resposta própria. Desse modo, se impotente, ela ora; se abastada, ela agradece; se visitada pela calamidade, ela confia no bem oculto no amor de Deus; se é objeto de perseguição, ela exulta; se milagres acontecem, ela se alegra; se não acontecem, ela se entrega ao milagre da confiança...Enfim, tal pessoa, aprende o “como”, não o “porquê” das coisas. Aliás, ela até poderá aprender o “porquê” desde que, antes, tenha a coragem, em fé, de viver conforme o “como” do Evangelho.É o “como” do Evangelho que explica o seu “porquê” — isto quando explica. E, normalmente, a “explicação” nunca é “lógica pela lógica”, mas sim algo que se experimenta como bem interior, inexplicável, e que convence o coração acerca da verdade pela paz que promove no interior, e, cujos frutos se manifestam como “modo” de caminhar.Não é à toa que Paulo diz que é a “bondade de Deus que conduz ao arrependimento”. Sim, no Evangelho, tudo o que se estabelece como genuíno e duradouro decorre da experiência da bondade de Deus. É, portanto, a experiência de Deus como bem para o ser aquilo que muda a mente, que provoca a metanoia, que gera o arrependimento — a mudança da mente, e, por conseguinte, de caminho.Como eu disse no início, o Evangelho não oferece explicações, mas diz como se deve viver. E é desse “como”, que não é um manual de condutas, mas sim um modo de ver, de ser, de valorizar, de desvalorizar, de reagir, de agir conforme princípios e de enfrentar a existência—que vem o crescimento da fé. Por isto é que no Evangelho as coisas caminham de fé em fé; assim como também crescem de experiência em experiência (Rm 5:1-5). E no final não se fica entendendo tudo, mas se experimenta o amor de Deus, e que traz consigo uma esperança que não nos deixa jamais confusos acerca de nada, muito menos acerca das tribulações e dos absurdos da existência.Somente aquele que se abandona e pratica o Evangelho em fé, e conforme toda a confiança é que experimenta a Verdade conforme Jesus; visto que a Verdade só se faz verdade para o indivíduo, se for por ele provada, conforme Jesus (João 7: 17).Daí o escritor de Hebreus advertir quanto a se “ter provado os poderes do mundo vindouro” e ter deixado para trás o que se sabe por experiência do coração, conforme a experiência da Graça.O grande mal que se pode fazer a si mesmo, segundo o Evangelho —e sem explicações doutrinário-teológicas— é experimentar o seu bem, e, depois, trocá-lo pela religião das normas, mas que não produz bem real a vida; antes pelo contrário, seca-a dos bens originais e dá a ela a presunção da verdade na forma de religião. Aliás, esse é o espírito inteiro da Carta aos Hebreus.A “Queda” se consumou na experiência, não na especulação acerca da verdade ou da mentira, do bem ou do mal. “Tomou do fruto e comeu”—é o que se diz. Assim foi com o primeiro Adão, e, muito mais, é assim concernentemente ao segundo Adão: Jesus. “Quem comer tem a vida...quem de mim se alimenta, por mim viverá...”Ora, assim como o pecado se fez consumar pela experiência, assim também o bem do Evangelho se faz conhecer pela experiência da fé, e que dá acesso ao fruto da Árvore da Vida.
“Tomai e comei!” — é assim no Evangelho.
Caio.
“Tomai e comei!” — é assim no Evangelho.
Caio.
A PAZ NÃO É PARA SE SABER!
A PAZ NÃO É PARA SE SABER!
A PAZ NÃO É PARA SE SABER!
Leitura complementar: É PRA COMER. NÃO É PARA CONHECER O CARDÁPIO!
As Escrituras fazem diferença entre paz e paz. Sim! Para Deus uma é a paz do homem e outra é a paz do céu.
Foi por isto que Jesus disse “a minha paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”.
Afinal, uma é a paz dos homens e outra a paz de Deus.
A paz dos homens tem a ver com conforto, equilíbrio de poderes, controle, domínio, bens, seguranças, sucessos, liberdade de expressão, determinações afetivas, reconhecimento, tranqüilidade, autodeterminação, boas sensações, etc.
Ora, tire-se qualquer dessas coisas de um homem e ele perderá toda paz que supostamente possua.
A paz de Deus, no entanto, não é assim. Pois se a paz dos homens decorre de muitas bênçãos e prosperidades, a paz de Deus, no entanto, decorre de Deus apenas, e não de circunstancias favoráveis.
A paz do homem é sempre emocional. A paz de Deus, entretanto, é ultra-circunstancial, visto ser um estado que transcende a tudo.
Jesus deixou claro que uma é a paz da terra e outra a do céu.
“A minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”.
Assim, pergunto:
Qual é a paz que você busca?
A que depende do Paraíso se manifestar na terra, conforme os caprichos e ilusões do homem; ou aquela paz que excede ao entendimento, e que está presente em nós mesmo quando o mundo todo nos designa como azarões?
O conceito judaico de paz, o Shalom, é o de uma paz integral: corpo, alma e espírito.
A paz de Cristo, no entanto, é maior do que o conceito de Shalom.
Afinal, em Jesus, com sucessos ou não, a paz é real, e não se intimida e nem foge ante a angustia, a perda, a catástrofe, o cerco, a opressão, e qualquer outra coisa desta existência.
Sim! Jesus é a nossa paz; e nada mais além Dele!
Alguém lê isto e diz: Eu já sabia. Nada novo!
Ora, eu não estou aqui para pregar novidades, mas apenas para anunciar aquilo que, em sendo vivido pela fé, faz a pessoa viver em novidade de vida.
Portanto, pergunto:
Qual é a vantagem de dizer que sabe algo se você diz que sabe sem ter jamais provado?
A paz de Deus não é uma bandeira. Ela é apenas paz para ser vivida, e não pregada como discurso de sedução aos angustiados.
Paulo diz que tudo isto se transforma em fato e realidade em nós se aprendermos a pensar, a sentir, a imaginar e falar; pois, a paz de Deus enche o coração de quem pensa o que é bom e justo, e busca sentir e falar apenas aquilo que seja construtivo.
A esses se diz que a paz de Deus que excede a todo entendimento encherá suas mentes e coração.
Tudo isto que estou dizendo somente será verdade quando for verdade em você.
Pense nisto!
Caio
18 de agosto de 2008
Lago Norte
Brasília
DF
A PAZ NÃO É PARA SE SABER!
Leitura complementar: É PRA COMER. NÃO É PARA CONHECER O CARDÁPIO!
As Escrituras fazem diferença entre paz e paz. Sim! Para Deus uma é a paz do homem e outra é a paz do céu.
Foi por isto que Jesus disse “a minha paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”.
Afinal, uma é a paz dos homens e outra a paz de Deus.
A paz dos homens tem a ver com conforto, equilíbrio de poderes, controle, domínio, bens, seguranças, sucessos, liberdade de expressão, determinações afetivas, reconhecimento, tranqüilidade, autodeterminação, boas sensações, etc.
Ora, tire-se qualquer dessas coisas de um homem e ele perderá toda paz que supostamente possua.
A paz de Deus, no entanto, não é assim. Pois se a paz dos homens decorre de muitas bênçãos e prosperidades, a paz de Deus, no entanto, decorre de Deus apenas, e não de circunstancias favoráveis.
A paz do homem é sempre emocional. A paz de Deus, entretanto, é ultra-circunstancial, visto ser um estado que transcende a tudo.
Jesus deixou claro que uma é a paz da terra e outra a do céu.
“A minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”.
Assim, pergunto:
Qual é a paz que você busca?
A que depende do Paraíso se manifestar na terra, conforme os caprichos e ilusões do homem; ou aquela paz que excede ao entendimento, e que está presente em nós mesmo quando o mundo todo nos designa como azarões?
O conceito judaico de paz, o Shalom, é o de uma paz integral: corpo, alma e espírito.
A paz de Cristo, no entanto, é maior do que o conceito de Shalom.
Afinal, em Jesus, com sucessos ou não, a paz é real, e não se intimida e nem foge ante a angustia, a perda, a catástrofe, o cerco, a opressão, e qualquer outra coisa desta existência.
Sim! Jesus é a nossa paz; e nada mais além Dele!
Alguém lê isto e diz: Eu já sabia. Nada novo!
Ora, eu não estou aqui para pregar novidades, mas apenas para anunciar aquilo que, em sendo vivido pela fé, faz a pessoa viver em novidade de vida.
Portanto, pergunto:
Qual é a vantagem de dizer que sabe algo se você diz que sabe sem ter jamais provado?
A paz de Deus não é uma bandeira. Ela é apenas paz para ser vivida, e não pregada como discurso de sedução aos angustiados.
Paulo diz que tudo isto se transforma em fato e realidade em nós se aprendermos a pensar, a sentir, a imaginar e falar; pois, a paz de Deus enche o coração de quem pensa o que é bom e justo, e busca sentir e falar apenas aquilo que seja construtivo.
A esses se diz que a paz de Deus que excede a todo entendimento encherá suas mentes e coração.
Tudo isto que estou dizendo somente será verdade quando for verdade em você.
Pense nisto!
Caio
18 de agosto de 2008
Lago Norte
Brasília
DF
“SE PRECISAR, USE PALAVRAS!”
“SE PRECISAR, USE PALAVRAS!”
Não é assim na Olimpíada. Lá, ou a pessoa sabe para demonstrar, ou, então, fica calada; quer dizer: quieta.
Não vale competir com discurso. Na Olimpíada o discurso é o ato, não a fala.
Para Jesus assim era também. Ele diz que quem desejar saber se algo de Deus é verdade ou não, então, que pratique.
No Evangelho o homem é o que ele come.
É simples assim!
É como na Olimpíada: quem sabe, prova; quem não sabe, assiste, embora tenha muitas opiniões.
Caio
18 de agosto de 2008
Lago Norte
Brasília
DF
Numa Olimpíada, ninguém se atreve a fazer um exercício ou a disputar uma prova, sem que tenha treinado muito, até quase à loucura; e, então, e somente então, tal pessoa se atreverá a expor-se ante o mundo, pois, pode até não ser o melhor, mas, com certeza, sabe o que diz saber, por isso, atreve-se a demonstrar.
As realidades relativas ao abstrato, no entanto, como somente pela prática existencial da vida podem ser demonstradas, carregam a tentação de que se prescinda da prática, a qual pode ser camuflada por linguagem e imagem. Afinal, na boca e no papel cabem quaisquer irrealidades.
Não vale competir com discurso. Na Olimpíada o discurso é o ato, não a fala.
Para Jesus assim era também. Ele diz que quem desejar saber se algo de Deus é verdade ou não, então, que pratique.
De outro modo, diz Ele, tal pessoa, por mais que se “informe sobre o Evangelho”, jamais saberá nada; pois, em Deus, no Caminho, na Verdade e na Vida, só é verdade aquilo que se prova como verdade; visto que a verdade não é para ser discutida e nem discursada, mas vivida. Do contrário não se tem nenhum outro modo de conhecê-la e de evidenciá-la.
A Religião, todavia, como existe do discurso e dos arrazoados, criou a categoria dos que sabem de Deus, por haverem estudado Deus, e, por tal razão, estarem supostamente preparados para falar de Deus; e, em Seu nome, ensinar como as pessoas devem ser e se comportar.
Jesus, no entanto, nunca chamou ninguém porque a pessoa falasse bem, mas, apenas, porque tal pessoa desejasse ou não viver e encarnar a Palavra na qual dizia crer.
No Evangelho o homem é o que ele come.
Se comer a Palavra, ela se fará vida nele. Se não comer, mesmo que leia a Bíblia diariamente, nada será verdade nele, ainda que ele entenda o suficiente para ensinar a outros.
É simples assim!
É como na Olimpíada: quem sabe, prova; quem não sabe, assiste, embora tenha muitas opiniões.
Caio
18 de agosto de 2008
Lago Norte
Brasília
DF
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